quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Jardim Botânico








Minha doce Curitiba.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Shopping Müiller em Joinville



Decoração de Natal em 2007.



Decoração de Natal em 2008.

sábado, 20 de dezembro de 2008

Bosque do Papa

Praça do Japão





Praça do Japão em Curitiba.

Parque Tanguá



Somente quem já o viu pessoalmente sabe da beleza do Tanguá que na minha opinião é um dos parques mas belos de Curitiba. E tenho doces recordações de lá como da minha Chow.
Sabe aquelas crianças que tem uma energia inesgotável? Que corre o dia todo e a noite dorme como um anjinho? Pois é, eu tinha uma Chow-chow que se chamava Didi, um dia eu ela e o senhor meu marido fomos fazer um picnic e passar o dia no Tanguá. Ela adorava ir para os parques correr e fazer amizades com os outros dogs. Nesse dia ela saiu em disparada pela grama de lá e pensando que o rio a frente fosse a continuação da grama ( porque tinha plantas aquáticas ) caiu e voltou toda assustada e molhada como se pudesse dizer e podia " Me assustei." Passou-se alguns minutos e estava ela denovo correndo de um lado para o outro. E pra voltar pra casa veio durmindo como um anjinho e enrolada em uma toalha de plastico no meu colo, essa era sapéca.

Parque da Malwee


















Parque da Malwee em Jaraguá do Sul.

Tomate Cereja


O mar trás de tudo.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Exposição no Shopping Mueller



A camuflagem realmente funciona porque levei um susto pensando que era um boneco.

Lagoa Acaraí




Parque Beto Carreiro World

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Praça do Japão





Praça do Japão em Curitiba.

Senõrita Rosmary

Tão séria... olha o contraste com a outra foto.



Férias da Rosmary.

Shopping Estação em Curitiba

Caravela

Memorial do Descobrimento em Araquari.

Papito e mãe



Olha a cabeleira do zezé... Como era diferente a moda nessa época. Essa foto foi tirada no casamento dos meus pais no dia 08/11/1976, minha mãe ainda continua bela. Adoro o rosto dela na foto e meu pai, ufff lindo de morrer.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

La Saga del Regalo



Barquisimeto, Valência, Memphis, Buenos Aires, Memphis, Campinas, Blumenau, endereço Incorreto, endereço Incorreto, endereço Incorreto ( mesmo estando CORRETO) , Sao Fco. E depois de 4 países e 35 dias viajando de um lado para o outro chega o regalo enviado para mim da Venezuela. Mas a história é mais longa, durante estes 35 dias falando com a Fedex do Brasil e da Venezuela eu e Rosmary ( a amiga que enviou o presente) obtínhamos informações desencontradas. O problema é isso ou aquilo, eu até brincava com a Rosmary dizendo: "Não deu tempo de chegar pro aniversário mas quem sabe chega pro Natal, ou então "O pacote foi dar uma voltinha pra ver Evita, ou quem sabe ainda fazer uma pontinha no filme Náufrago." E foi-se o prazo de 72 horas para a entrega como garantia a Fedex. Rasgado, amassado porém ainda vivo hoje chegou !!! E em comemoração a isso resolvi publicar este post. Pensei que a Fedex fosse mais eficiente.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Bonecas Blythe




Pra quem conheçe estas fofuras sabe o quanto elas são expressivas. As bonecas Blythe foram lançadas na década de 70 mas não fizeram muito sucesso. Já hoje são uma febre. Cá entre nós elas são lindas.

Praia do Ervino

Sempre existe uma nova manhã depois de uma noite de insônia.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

QUANDO FORES VELHA


Quando estiveres velha e grisalha; e vencida pelo sono,
Dormitando à beira da lareira, toma este livro,
E lentamente o lê, e sonha com a aparência suave
Que outrora tiveram teus olhos, e suas sombras profundas;
Muitos amaram os momentos de teu alegre encanto,
Muitos amaram essa beleza com falso ou sincero amor,
Mas apenas um homem amou a alma peregrina em ti,
E amou as mágoas de teu rosto sempre a mudar.

William Butler Yeats

domingo, 16 de novembro de 2008

Fazer 30 anos

Quatro pessoas, num mesmo dia, me dizem que vão fazer 30 anos. E me anunciam isto com uma certa gravidade. Nenhuma está dizendo: vou tomar um sorvete na esquina, ou: vou ali comprar um jornal. Na verdade estão proclamando: vou fazer 30 anos e, por favor, prestem atenção, quero cumplicidade, porque estou no limiar de alguma coisa grave.
Antes dos 30 as coisas são diferentes. Claro que há algumas datas significativas, mas fazer 7, 14, 18 ou 21 é ir numa escalada montanha acima, enquanto fazer 30 anos é chegar no primeiro grande patamar de onde se pode mais agudamente descortinar.

Fazer 40, 50 ou 60 é um outro ritual, uma outra crônica, e um dia eu chego lá. Mas fazer 30 anos é mais que um rito de passagem, é um rito de iniciação, um ato realmente inaugural. Talvez haja quem faça 30 anos aos 25, outros aos 45, e alguns, nunca. Sei que tem gente que não fará jamais 30 anos. Não há como obrigá-los. Não sabem o que perdem os que não querem celebrar os 30 anos. Fazer 30 anos é coisa fina, é começar a provar do néctar dos deuses e descobrir que sabor tem a eternidade. O paladar, o tato, o olfato, a visão e todos os sentidos estão começando a tirar prazeres indizíveis das coisas. Fazer 30 anos, bem poderia dizer Clarice Lispector, é cair em área sagrada.
Até os 30, me dizia um amigo, a gente vai emitindo promissórias. A partir daí é hora de começar a pagar. Mas também se poderia dizer: até essa idade fez-se o aprendizado básico. Cumpriu-se o longo ciclo escolar, que parecia interminável, já se foi do primário ao doutorado. A profissão já deve ter sido escolhida. Já se teve a primeira mesa de trabalho, escritório ou negócio. Já se casou a primeira vez, já se teve o primeiro filho. A vida já se inaugurou em fraldas, fotos, festas, viagens, todo tipo de viagens, até das drogas já retornou quem tinha que retornar.
Quando alguém faz 30 anos, não creiam que seja uma coisa fácil. Não é simplesmente, como num jogo de amarelinha, pular da casa dos 29 para a dos 30 saltitantemente. Fazer 30 anos é cair numa epifania. Fazer 30 anos é como ir à Europa pela primeira vez. Fazer 30 anos é como o mineiro vê pela primeira vez o mar.

O texto acima foi extraído do livro "A Mulher Madura", Affonso Romano de Sant'anna
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Bolsa de Fuxico

Meu primeiro projeto terminado.

São Francisco do Sul


São Francisco do Sul é a terceira cidade mais antiga do Brasil - a ilha foi descoberta em 1504 pelo francês Binot Paulmier de Goneville. Em 1553 chegaram os espanhóis, que construíram a capela de Nossa Senhora das Graças, mas o povoamento efetivo da cidade só aconteceu a partir de 1658, com a chegada de Manoel Lourenço de Andrade, sua família e uma leva de escravos. Em 15 de abril de 1847, recebeu o título de cidade. Com a construção da rede ferroviária, a região teve um forte impulso de desenvolvimento. A importância dos trens para a economia de São Francisco do Sul se mantém até hoje, já que neles os produtos do município são transportados até o porto. No século XX, a localização do porto mudou, permitindo maior movimento de navios. O tombamento do centro histórico da cidade garantiu a preservação dos prédios e da riqueza arquitetônica da época colonial.